Complicações após expansão de maxila cirurgicamente assistida

A deficiência transversal de maxila caracteriza-se por maxila atrésica, palato ogival e apinhamento e rotação dental, além de mordida cruzada posterior uni ou bilateral1; sua etiologia é multifatorial, incluindo fatores de desenvolvimento, congênitos, traumáticos e iatrogênicos, podendo estes ser tanto genéticos quanto ambientais3. Phillips et al. nformaram que sua prevalência estava entre 10 e 15% da população adolescente e 30% da população adulta. Segundo Betts et al., o tratamento da deficiência transversal de maxila varia de acordo com o grau de atresia, a idade do paciente e a associação da deficiência transversal com outras deficiências. Tem como objetivo aumentar transversalmente as maxilas, por meio de procedimentos ortodônticos, ortopédicos e/ou cirúrgicos. No adulto, a maturidade esquelética exige um procedimento ortodôntico/cirúrgico, conhecido como expansão de maxila cirurgicamente assistida (EMCA), em que a etapa cirúrgica visa a anular a resistência à expansão.




Técnicas cirúrgicas e variações das mesmas têm sido descritas para a realização da EMCA; dentre as técnicas, aquelas consideradas mais invasivas tornaram-se essenciais no tratamento de pacientes com idade mais avançada.



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