Arquivo de dentes humanos




Trata-se do biobanco da Faculdade de Odontologia da Unoeste, gerenciado pela universidade e autorizado, legalmente, pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para ter seu conteúdo usado em estudos científicos, desde que haja autorização dos envolvidos.

Iniciado em 2013, o biobanco de Odontologia da Unoeste conserva dentes extraídos e incorporados ao acervo por meio de termos de doação e consentimento. "O biobanco possibilita o desenvolvimento de pesquisas científicas realizadas por graduandos, pós-graduandos e demais pesquisadores, gerando um avanço na Odontologia", declara a cirurgiã-dentista Dra. Eliane Cristina Gava Pizi, responsável institucional deste biobanco. Ainda segundo a professora, é importante que, principalmente os dentistas, sejam conscientes de que doar dentes da maneira correta é fundamental.


Na Unoeste ainda há o biobanco de Anatomia Patológica, um dos primeiros desse segmento regulamentados no país. No arquivo da universidade, que concentra material desde 1978, há cerca de 80 mil lâminas e blocos de parafina com materiais de biópsias, exames e cirurgias de todas as partes do corpo humano, junto aos respectivos laudos. Dentre esses também estão registros odontológicos.

Em uma definição ampla do Conselho Nacional de Saúde, um biobanco é uma "coleção organizada de material biológico humano e informações associadas, sem fins comerciais". As Diretrizes Nacionais para Biorrepositório e Biobanco de Material Biológico Humano com Finalidade de Pesquisa, as quais a Unoeste segue à risca, preveem padrões éticos e legais aos biobancos e define que o prazo de armazenamento dos materiais biológicos é indeterminado. Como a Unoeste está de acordo com as normas, as investigações científicas de alunos e professores são ampliadas e atingem o objetivo principal de melhorar os tratamentos aos pacientes.


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