PERIODONTIA: Tratamento de pigmentação melânica gengival por abrasão epitelial: relato de casos clínicos

A pigmentação e descoloração da gengiva, fisiológicas ou patológicas, podem estar relacionadas a uma série de fatores locais e sistêmicos. 

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Em uma mucosa normal, grânulos presentes nos melanócitos que contém o pigmento melanina são responsáveis pela cor escura nos tecidos moles.

A melanina também pode ser transferida dos melanócitos para os queratinócitos vizinhos. A síntese e velocidade de secreção dos grânulos de melanina, bem como a sua transferência para os queratinócitos pode variar de indivíduo para indivíduo. Sabe-se que o número de melanó- citos em todos os indivíduos é semelhante, sendo que, sua atividade, em termos de deposição de melanina, determinará a cor mais clara ou escura da gengiva.


Freqüentemente, a hiperpigmentação gengival é causada por uma deposição excessiva de melanina, principalmente nas camadas basal e suprabasal do epitélio. A gengiva é o mais freqüentemente pigmentado dentre os tecidos intraorais, e, ao contrário do que parece, a pigmentação gengival não ocorre apenas na população negra, acometendo outras populações e etinias.

A hiperpigmentação melânica gengival não representa uma patologia, mas uma varaição da normalidade e pode tornar-se um problema estético passível de tratamento, especialmente para aqueles indivíduos com linha do sorriso alta e pele mais clara. Agentes químicos, técnicas cirúrgicas convencionais, eletrocirurgia, criocirurgia, tratamento químico e laser têm sido propostos para a remoção da hiperpigmentação gengival.



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