PDF: Corticotomias alveolares na Ortodontia: indicações e efeitos na movimentação dentária

Quando vou remover meus aparelhos? Essa é, muito provavelmente, a pergunta mais ouvida pelos ortodontistas em seu cotidiano clínico.

Corticotomias


Qual paciente ortodôntico não se entusiasmaria com a possibilidade de diminuir a duração de seu tratamento? Devido a essa demanda constante por tratamentos mais curtos, ortodontistas de todo o mundo têm buscado, cada vez mais frequentemente, formas para aumentar a eficiência dos tratamentos ortodônticos.

Ver también: Video: Caso Clínico: Corticotomías para acelerar el tratamiento de ortodoncia

A busca por essa eficiência - ou seja, por abordagens que permitam a conclusão dos tratamentos em menor tempo mas que, mesmo assim, obtenham os melhores resultados possíveis -, tornou-se uma meta em todas as áreas da Ortodontia. 

Sistemas de braquetes ou de ligaduras de baixo atrito, fios dobrados por robôs, retração rápida de caninos e corticotomias alveolares são exemplos de abordagens que objetivam a redução do tempo requerido na terapia ortodôntica. 

Como os relatos de tratamentos mais rápidos têm forte apelo comercial, os ortodontistas se deparam com um desafio importante: avaliar criticamente as possibilidades para se aumentar a eficiência da movimentação ortodôntica, separando o que é realmente um avanço nas alternativas de tratamento das abordagens que priorizam o interesse financeiro em vez da melhora dos serviços prestados aos pacientes.

O profissional que considerar a realização de corticotomias alveolares para potencializar o tratamento ortodôntico não terá como fugir desse desafio. Reintroduzida no final do século passado, essa alternativa de tratamento gerou muita curiosidade e controvérsia, talvez até pelo forte interesse comercial que cercava os profissionais que a recolocaram no cenário ortodôntico. 

Apesar da resistência inicial ao assunto, alguns pesquisadores viram potencial nos relatos clínicos apresentados e passaram a investigar os efeitos das corticotomias com uma visão mais científica. Atualmente, existem pelo menos dez centros e grupos de pesquisa estudando o assunto, espalhados por países como Coreia do Sul, EUA, Japão e Brasil.


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